A Assembleia Municipal da Chamusca ratificou o Plano de Atividades e Orçamento para o ano económico de 2025, estabelecendo um montante global de aproximadamente 23,8 milhões de euros. Este valor representa o maior orçamento alguma vez registado na história deste concelho do distrito de Santarém , sinalizando um ciclo de investimento robusto focado na modernização das infraestruturas e no reforço da coesão social.
O documento estratégico, estruturado em torno da Coesão Social, Económica e Territorial, coloca a Estratégia Local de Habitação (ELH) como uma das prioridades absolutas. Com o objetivo de colmatar carências habitacionais e promover a fixação de populações, o executivo municipal prevê uma execução acelerada de projetos de requalificação e construção, garantindo o acesso a habitação condigna para as famílias do concelho.
No setor da educação, destaca-se a requalificação estrutural da escola sede do agrupamento, um projeto que visa dotar o estabelecimento de condições de excelência para o ensino e aprendizagem. Paralelamente, o orçamento contempla verbas significativas para a saúde, com o intuito de alargar e requalificar as respostas sociais e os cuidados de proximidade, reforçando a rede de apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) da região.
A vertente cultural e patrimonial ocupa igualmente um lugar de destaque no planeamento para 2025. O município prevê o avanço de infraestruturas emblemáticas, como a construção do novo Arquivo Histórico e Municipal e o Centro de Interpretação do Tejo e da Cultura Avieira . Estes projetos visam não só a preservação da memória coletiva da Chamusca , mas também a dinamização do turismo cultural e a valorização do rio Tejo como eixo identitário.
Ao nível do desenvolvimento económico, o investimento será canalizado para a dinamização do Mercado Municipal e o reforço dos centros de incubação de empresas e artes e ofícios. Este esforço de modernização é complementado por intervenções na rede rodoviária e na regeneração urbana, visando aumentar a competitividade do território e melhorar a qualidade de vida dos cidadãos através de uma mobilidade mais sustentável e de espaços públicos integrados.